Medo? Medo de medo.
Medo de ver.
Medo de sentir.
Medo de me magoar.
Medo de magoar.
Medo de pensar.
Preparação física e psicológica para os dias de folia que estão por vir.
O carnaval já podia acabar,né?!
segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010
quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010
Ciclo Vicioso.
Começa assim:
Mar,areia,sorrisos,lágrimas,eu,você,eles.
Vidas vadias e deliciosamente aproveitadas.
E então, o sonho vai acabando, o choque de realidade vai aumentando,junto com as responsabilidades.
Voltamos a aquela rotina de antes,os cabelos já não estão tão maltratados,a cor vai sumindo,o sono aparece com mais frequência, nos falamos pouco,ficamos longos períodos sem contato e quando o temos nunca é o suficiente.
A saudade vai aumentando, os pensamentos insanos e pertubadores também.
Até que nos acostumamos com a distância e ela passa a ser menos dolorosa.
Novas pessoas surgem,novos objetivos,novos amores.
Mas a vontade de voltar nunca diminui, a vontade de me jogar em teus braços quando estamos dentro do mar, a tua vontade de simplesmente recostar em meu colo enquanto o sol queima nossos rostos e o vento bate na nossa pele queimada.De passar tardes deitados numa canga rindo do nada e noites em casa jogando baralho.
O tempo passa,o barulho da vida vadia começa a ficar mais forte e real aos nossos ouvidos, uma brisa de tranquilidade balança nossos cabelos e SIM! Tudo aquilo que parecia apenas um sonho se torna outra vez realidade.
Até começar tudo denovo.
Mar,areia,sorrisos,lágrimas,eu,você,eles.
Vidas vadias e deliciosamente aproveitadas.
E então, o sonho vai acabando, o choque de realidade vai aumentando,junto com as responsabilidades.
Voltamos a aquela rotina de antes,os cabelos já não estão tão maltratados,a cor vai sumindo,o sono aparece com mais frequência, nos falamos pouco,ficamos longos períodos sem contato e quando o temos nunca é o suficiente.
A saudade vai aumentando, os pensamentos insanos e pertubadores também.
Até que nos acostumamos com a distância e ela passa a ser menos dolorosa.
Novas pessoas surgem,novos objetivos,novos amores.
Mas a vontade de voltar nunca diminui, a vontade de me jogar em teus braços quando estamos dentro do mar, a tua vontade de simplesmente recostar em meu colo enquanto o sol queima nossos rostos e o vento bate na nossa pele queimada.De passar tardes deitados numa canga rindo do nada e noites em casa jogando baralho.
O tempo passa,o barulho da vida vadia começa a ficar mais forte e real aos nossos ouvidos, uma brisa de tranquilidade balança nossos cabelos e SIM! Tudo aquilo que parecia apenas um sonho se torna outra vez realidade.
Até começar tudo denovo.
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adorei ter vocês como parte minha rotina vadia.
sexta-feira, 1 de janeiro de 2010
Tudo novo, denovo.
E com os olhos inchados de tanto chorar, ela consegue começar a encarar os fatos como uma pessoa sensata. A dor se ameniza,a situação deixa de ser tão grave, as palavras ditas na noite anterior começam a fazer sentido e não saem dos pensamentos ao passar das horas. E ela vai levando a vida sem ter grandes expectativas para o ano novo que se inicia.Mas o aperto no peito, não passa.
domingo, 29 de novembro de 2009
um poeta esse rapaz.
"Eu ando apaixonado(a),por cachorros e bichas.
Porque eles sabem que amar é abanar o rabo,lamber e dar a pata"
É, o Ney Matogrosso que teve sorte.
Porque eles sabem que amar é abanar o rabo,lamber e dar a pata"
É, o Ney Matogrosso que teve sorte.
quarta-feira, 18 de novembro de 2009
Eu e Ela(s).
Ela? Serena, vinte e poucos anos, utiliza seu glamour de um jeito próprio, sem um puto no bolso, sobrevivendo daquilo que sempre sonhou em fazer.
Eu? Alguém, poucos anos, sem jeito de um jeito próprio
Ela? Sentimentos confusos de todas as maneiras possíveis.
Eu? Sentimentos confusos de todas as maneiras possíveis, que acabam se transformando em uma incógnita.
Ela? Ela é uma incógnita.
Eu? Eu sou um ponto.
Ela? Ela é atriz.
Eu? Eu sou um ponto
Ela? Pode ser feliz!
Eu? Sou todas elas juntas num só ser.
Eu? Alguém, poucos anos, sem jeito de um jeito próprio
Ela? Sentimentos confusos de todas as maneiras possíveis.
Eu? Sentimentos confusos de todas as maneiras possíveis, que acabam se transformando em uma incógnita.
Ela? Ela é uma incógnita.
Eu? Eu sou um ponto.
Ela? Ela é atriz.
Eu? Eu sou um ponto
Ela? Pode ser feliz!
Eu? Sou todas elas juntas num só ser.
sexta-feira, 13 de novembro de 2009
em frente até o amanhecer.
Hoje, eu.
No meio de uma crise interna,querendo sumir e sofrendo por estar sofrendo(?), resolvi que deveria escrever uma história alegre.
Do tipo: Uma pobre,linda e gentil camponesa que trabalha sozinha em um pequeno sítio,porque seu velho pai está muito adoecido e carece de alguém que possa continuar tocando o que construiu toda a sua vida , resolve um dia, caminhar sob o sol em um lindo bosque cheio de animais pacíficos e fofinhos para colher frutinhas perfeitas e vermelhas. Quando de repente,não mais que de repente um belo,másculo e decente príncipe montado em um alazão branco com crinas escovadas e brilhantes aparece na sua frente e a salva de cair num grande e molhado buraco. Naquele momento seus olhos se cruzaram e eles souberam que um pertencia ao outro para todo o sempre. No mesmo dia a data do casamento já estava marcada e ele aconteceria em um palácio de cristal situado em uma linda praia, aonde em breve seus filhinhos brincariam e cresceriam livres.
E o tempo passou.
Seus filhos muito bem criados e casados decidiram juntos comprar um pequeno chatêau com um grande jardim florido para que seus sempre queridos e amados pais vivessem juntos e felizes todo o resto dos seus dias.
Lindo né? O mais puro,prazeroso e mentiroso clichê.
O que aconteceria se por acaso o belo,másculo e decente príncipe resolvesse enjoar da pobre linda e gentil princesa/camponesa? Será que ela entraria em depressão,sentaria na frente do seu diário e escreveria secretamente suas mágoas mesmo querendo que o mundo e principalmente o seu belo,másculo e decente príncipe as leia? Iria tentar criar uma imagem calma e feliz,fingindo estar tudo bem. Afinal o que eles tinham nem era uma relação,ela gosta muito dele, mas e daí? Um dia ou um mês não é nada,ab-so-lu-ta-men-te NADA. Mulheres são sempre tão idiotas.
Sim, muitos podem pensar que a atitude poderia ser contrária,mas venhamos e convenhamos,quem acaba sempre sofrendo somos nós, tão delicadas e desejadas mulheres, donas do tão falado e estudado sexo frágil.
Agora, me diz porque? Porque tudo não pode ser simples como nas historinhas de dormir? Porque a gente não pode simplesmente fugir para a terra do nunca? Esse mundo é tão injusto.
No meio de uma crise interna,querendo sumir e sofrendo por estar sofrendo(?), resolvi que deveria escrever uma história alegre.
Do tipo: Uma pobre,linda e gentil camponesa que trabalha sozinha em um pequeno sítio,porque seu velho pai está muito adoecido e carece de alguém que possa continuar tocando o que construiu toda a sua vida , resolve um dia, caminhar sob o sol em um lindo bosque cheio de animais pacíficos e fofinhos para colher frutinhas perfeitas e vermelhas. Quando de repente,não mais que de repente um belo,másculo e decente príncipe montado em um alazão branco com crinas escovadas e brilhantes aparece na sua frente e a salva de cair num grande e molhado buraco. Naquele momento seus olhos se cruzaram e eles souberam que um pertencia ao outro para todo o sempre. No mesmo dia a data do casamento já estava marcada e ele aconteceria em um palácio de cristal situado em uma linda praia, aonde em breve seus filhinhos brincariam e cresceriam livres.
E o tempo passou.
Seus filhos muito bem criados e casados decidiram juntos comprar um pequeno chatêau com um grande jardim florido para que seus sempre queridos e amados pais vivessem juntos e felizes todo o resto dos seus dias.
Lindo né? O mais puro,prazeroso e mentiroso clichê.
O que aconteceria se por acaso o belo,másculo e decente príncipe resolvesse enjoar da pobre linda e gentil princesa/camponesa? Será que ela entraria em depressão,sentaria na frente do seu diário e escreveria secretamente suas mágoas mesmo querendo que o mundo e principalmente o seu belo,másculo e decente príncipe as leia? Iria tentar criar uma imagem calma e feliz,fingindo estar tudo bem. Afinal o que eles tinham nem era uma relação,ela gosta muito dele, mas e daí? Um dia ou um mês não é nada,ab-so-lu-ta-men-te NADA. Mulheres são sempre tão idiotas.
Sim, muitos podem pensar que a atitude poderia ser contrária,mas venhamos e convenhamos,quem acaba sempre sofrendo somos nós, tão delicadas e desejadas mulheres, donas do tão falado e estudado sexo frágil.
Agora, me diz porque? Porque tudo não pode ser simples como nas historinhas de dormir? Porque a gente não pode simplesmente fugir para a terra do nunca? Esse mundo é tão injusto.
domingo, 8 de novembro de 2009
i should have known much better.
Vamos lá, comecemos com aquela velha frase,clichê e desgastada 'espere o inesperado'.
Mas e quando o 'inesperado' começa a fazer parte da sua vida de uma tal maneira, que aos poucos vai te consumindo até que inconscientemente começa a se tornar uma rotina? Daquelas rotinas prazerosas que você sente falta quando está longe e quando esta perto reza para que nunca acabe.
Até que esse prazer se torna perigoso e acabamos não tendo certeza do que deveras sentimos e então sem mais nem menos a negação,a repulsa aparecem e te destroem por dentro. E mesmo assim não conseguimos afastar esse tal 'inesperado' da sua mente,do seu corpo,da sua vida. A insegurança da não reciprocidade deste sentimento, o medo de parecer uma coisa que pensava nunca ser se transformam num êxtase viciante que o nosso lado sado-masoquista ansia cada vez mais e mais até ficar sufocantemente insuportável.
Sabe qual é o problema? O problema é que acho que mesmo não te amando,eu te amo.
Mas e quando o 'inesperado' começa a fazer parte da sua vida de uma tal maneira, que aos poucos vai te consumindo até que inconscientemente começa a se tornar uma rotina? Daquelas rotinas prazerosas que você sente falta quando está longe e quando esta perto reza para que nunca acabe.
Até que esse prazer se torna perigoso e acabamos não tendo certeza do que deveras sentimos e então sem mais nem menos a negação,a repulsa aparecem e te destroem por dentro. E mesmo assim não conseguimos afastar esse tal 'inesperado' da sua mente,do seu corpo,da sua vida. A insegurança da não reciprocidade deste sentimento, o medo de parecer uma coisa que pensava nunca ser se transformam num êxtase viciante que o nosso lado sado-masoquista ansia cada vez mais e mais até ficar sufocantemente insuportável.
Sabe qual é o problema? O problema é que acho que mesmo não te amando,eu te amo.
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porque essas coisas são tão complicadas?
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